segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Confusãozeira

Confusãozeira – conhecimento especulativo, puramente não intencional, estado de mudança, alteração de rumo, status de modificação, dúvida e certeza, intensifica com uso de álcool, nunca acontece de forma isolada é seguida de uma cadeia de atos, “cavalo-de-pau” ao planejamento, estado de graça, não saber mais o que se pretende seguir. O termo é aplicado em diversas circunstancias. Sinônimo de pagar pra ver, ausência de controle das circunstâncias. Termo originário de um grupo de amigas, usado para definir – agora “fdu”.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Há um ano ....

Levei um susto!!!!!
Há um ano atrás, meu coração batia forte, acelerado, tentando sair pela boca, minhas mãos geladas transpiravam, por que estava a caminho de um encontro, recordo como se fosse hoje, a roupa que vestia, o perfume que usava e o sorriso que estampava minha face...
..inacreditavelmente a roupa permanece em meu guarda-roupa, continuo usando o mesmo perfume e o sorriso continua estampando meu rosto, naquele momento um homem comum assumia ar de quase divindade...

terça-feira, 17 de agosto de 2010

No frio...

O frio faz par com a solidão, a noite aterroriza no silêncio, os campos estalam, as almas gemem porque a chama de dentro de ti apagou, quem estiver agora ao seu lado morrerá de frio...

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Não se esquece...

Interessante como tem pessoas que permanecem em nossa memória, sempre no tempo presente. Pode passar dias, meses, anos e a sensação que se tem é que elas nunca saíram dali, sempre estiveram contigo, isso ocorre porque elas existem dentro de nós, as suas digitais permanecem marcadas no coração, a alma é tatuada e o segredo é inspirar esse estado de querer.
Os dias amanhecem, mas não se tem vontade de dormir, parte o verão, o inverno chega, há flores, a primavera surgiu e não há vontade de te esquecer, mas essa pessoa não se esquece, ela se faz presente dentro, fora, longe, perto... onde pulsa o ritmo mais intenso que o coração pode suportar, meu corpo é seu abrigo, meus olhos e minhas mãos, já não te procuram mais a minha boca já encontrou a sua.
Colocarei seus medos para dormirem ... pode esperar, já vejo eles adormecerem. A ventania de fora não venta, mais aqui dentro. E aqui, entre a minha pele e a sua pele, em meio a brisa que sopra e o calor que exala, entre o SER e ESTAR, ficamos, estamos, estaremos, seremos...

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

"MOR DI EU!

Esclarecimentos...
Recebi diversas indagações a cerca do meu comentário, ao texto de ontem. Especificamente onde dedico o escrito ao “MOR DI EU”, foram amigos ligando perguntando: Quem é? Está amando? Apaixonada? É pra mim? ....enfim...é necessário entender, que o estado em que nos encontramos quando escrevemos, permite várias interpretações... em primeiro lugar quero dizer: “MOR DI EU” é você, que lê o que escrevo, que acessa meu blog, que esta na minha vida, ou esteve, vai entrar ou esta saindo!!!!
O “MOR DI EU”, só existe porque existem pessoas que ouvem e lêem o que estou a dizer. Mas não quero assustar ninguém, pois raríssimas coisas são tão estimulantes e simultaneamente aterrorizadoras como saber que somos o objeto do amor de alguém, já que para quem não está completamente convencido de que merece ser amado, ser alvo de carinho é como receber uma grande honra sem perceber bem porquê.
O bom disso tudo é que descobri o quanto sou amada, pois as manifestações de questionamento, nada mais são que descobertas de atrações mútuas, pois tudo o que o ser amado diz, escreve ou faz pode ser interpretado como significando praticamente o que se quiser... e você fez sua interpretação.
“MOR DI EU” é você, que está aqui diante da tela do computador, pelo o qual sou apaixonada. E se me apaixonei com tanta rapidez, tenho certeza que seja porque a vontade de amar precede o objeto do amor.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Um sonho diante do Mar

No dia 07 de janeiro desse ano, quando o sol se pôs, coloquei uma cadeira em frente ao mar e fique observando as ondas que quebravam em minha direção, o sol que caia, o vermelho que completava o espaço, enquanto ouvia a melodia do mar . Meus pés estavam nus na areia, a brisa tocava minha pele queimada. Imaginava o que iria acontecer, você havia voltado, queria te encontrar, não sabia o que viveria, hoje sei que todos os desejos, planos e delírios de um entardecer, não se tornaram reais ... recordo que minha curiosidade causava inquietude, de um segredo que só o tempo iria desvendar...
Quando a noite caia tentava esquecer a leveza da incerteza, estava construindo um castelo em um terreno arenoso, você nunca chegou, e se voltou não me encontrou, conheci o Vício que seduziu os dias e as noites, causou dependência, necessidade, despertava serenidade, segurança e incertezas, gerava verdades e ocultava mistérios, que eram ensejadores de ocasiões especiais durante o ciclo de Veneno e Vício. Não construímos castelo em solo firme, porém em área aberta e descampada e o vento levou. Juntei os cacos, reciclei o sonho de uma construção ... Não desisti de concretizar meu castelo, eis que surpreendentemente no tempo que as ondas quebraram e em que o sol se pôs, como a brisa do mar que venta insistentemente somente em uma direção, você chegou...com o sonho de erguer um castelo, olhei nos seus olhos e no silêncio de uma noite ao mar, percebi que não adianta sonhar, diante das ondas do mar, o destino esta predestinado no ar, construo nosso castelo para que possamos continuar a Sonhar.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Pra sempre

A pessoa do pra sempre, sabe perdoar, entender, e compreender... é complementação, continuidade e afloramento... é um INTEIRO, não segue padrão, nem marca, sabe amar, admirar, desejar, estar e querer permanecer mais...faz luz na escuridão, calor no frio e saciedade na necessidade. Segura forte na mão, se faz presente mesmo quando ausente, embebece com sua presença...assim compreendo a unidade do TODO e subitamente há EXTASE.